Comércio Social


O Brasil é o quinto país que mais acessa redes sociais, segundo relatório divulgado pela comScore em agosto/2010.  São 35,2 milhões de usuários. Mas qual é a participação das redes sociais no e-commerce?

Vejamos alguns dados desta relação:

Social Commerce

  • 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais ( Sophia Mind – 2010).
  • R$ 335 milhões foi a contribuição das redes sociais no faturamento do primeiro semestre deste ano (estudo e-bit – 2010).

Muitas empresas estão ignorando a excelente ferramenta de comunicação e relacionamento adquirida através das redes sociais, utilizando-a somente como um canal direto de vendas.

Focar apenas em vendas é um erro, pois o foco é no relacionamento que converterá em vendas e fidelização a médio e longo prazo.

Para o comércio eletrônico, as redes têm a finalidade de atender e entender as necessidades deste consumidor que não está apenas em busca de compra, mas em busca de conteúdo e troca de experiências, o que auxilia o usuário no processo da decisão de compra, ou seja:

Comércio eletrônico + Redes Sociais = Comércio Social

E-commerce + Social Media = Social Commerce = S-commerce

Nas redes as informações, reclamações, sugestões e desejos dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio, pois é neste novo ambiente que o cliente fala sobre marcas e produtos.

Tudo fica registrado na web e não se perde pelo boca-a-boca. É um “novo” institucional criado pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.

Comércio Social

Segundo Recuero, “no espaço offline, uma notícia ou informação só se propaga na rede através das conversas entre as pessoas. Nas redes sociais online, essas informações são muito mais amplificadas, reverberadas, discutidas e repassadas”.

O que pode servir como recomendação e elogio, também pode servir como má reputação.

É importante que as empresas inseridas na web, principalmente as lojas virtuais, saibam usar adequadamente as redes sociais como ferramenta de marketing digital, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas.

Fonte:

trechos de O Luxo no Comércio Eletrônico*

por Renata Reis

*Artigo apresentado como parte de trabalho de conclusão de curso para obtenção do título de especialista em Gestão de Comunicação e Marketing pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo sob orientação da Prof. Dra. Liriam Luri Y. Yanaze.

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3 comentários sobre “Comércio Social

  1. Pingback: » O que importa no comércio social é o atendimento Webinsider

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