Busca – Fonte de Informação


Busca Fonte de InformaçãoConforme dito no post sobre métricas, tudo que você precisa saber sobre seu cliente está na mensuração dos resultados.

A busca interna da loja virtual é uma fonte  de  informação, pois demonstra o nível de inteligência do sistema de busca e a experiência do usuário no site.

Você consegue responder alguma destas perguntas?

  • Quais as palavras mais buscadas?
  • Quais as marcas?
  • Quais os produtos?
  • O que o cliente buscou e não encontrou?
  • A relação  entre as palavras está adequada?
  • Os resultados são satisfatórios?

Não basta planejar a estratégia de busca orgânica e links patrocinados. Conhecer os erros e o perfil da busca interna é fundamental, pois os dados deste relatório  apontam os pontos fortes e fracos do sistema de busca identificando ameaças e oportunidades para a loja virtual = Análise SWOT.

Algumas possíveis conclusões:

  • Meus clientes estão em busca de acessórios, pois há um alto índice na busca por estes itens;
  • A palavra blusão foi bastante procurada, porém utilizo o termo jaquetas;
  • O produto mais buscado no site é “caneca” e tenho um mix reduzido;
  • Há uma procura considerável pela marca “Oakley” e não tenho produtos da marca.

Como podemos notar, a experiência do usuário  deixa rastros que podem ser aperfeiçoados e aplicados na loja virtual. A elaboração do mix de produto, a seleção de categorias, a definição de menus e filtros, entre outras estratégias podem ser direcionadas a partir desta métrica.

O foco sempre será  a conversão e a experiência positiva para o usuário – se não for assim – não há e-commerce.

#Fica a dica 🙂

@_RenataReis_

Anúncios

Busca – Digite aqui o que procura


Não falarei dos buscadores que são responsáveis por 35%  do tráfego de um e-commerce, porém farei “simples” apontamentos sobre a busca interna das lojas virtuais.

A busca interna é o passo inicial para o usuário que precisa achar informações e que está conhecendo a sua loja. O mais importante na busca é a relevância dos resultados.

Considerada peça chave na navegação do usuário, a busca ganhou destaque na maior parte dos sites, principalmente nas lojas virtuais. Geralmente está posicionada no topo dos sites proporcionando a melhor visualização e acessibilidade ao usuário.

Busca ecommerceBoa parte das lojas a ilustram com a famosa lupa e o campo de busca com suas diversas indicações: Busca, Buscar, Busque no Site, Procure por, Buscar em, Pesquisar, etc. Em  alguns e-commerces o campo de busca traz o texto: Digite aqui o produto, Digite aqui o que procura, O que deseja buscar?  Procuro por, entre outros.

Algumas buscas trazem sugestões de palavras logo que começamos a digitar o texto, utilizando a mesma experiência do Google Instant Search,  proporcionando ao usuário mais agilidade em sua pesquisa.

Porém, poucos conseguem ser eficientes. Basta realizar uma busca e constatar a falta de inteligência nos sistemas de algumas lojas virtuais. Os filtros são desorganizados e muitas vezes ausentes, a busca avançada é falha, ainda há incoerência e falta de relevância nos resultados, e estes são apenas alguns exemplos.

Uma estratégia eficiente que encontrei indicava no campo de busca o seguinte texto: Digite seu produto, marca ou esporte desejado”.

O que há de interessante nisso?

A busca trazer o esporte – ou melhor – todos os produtos da categoria esportiva pesquisada. O que é bem diferente de trazer a relação  dos produtos que contém  a palavra em sua url, descrição ou ficha técnica.

Para Martha Gabriel, “o aprofundamento da experiência e relacionamento com as marcas e produtos tem começado pela busca na web.

Poucos e-commerces conseguem transformar a experiência do e-consumidor  em pequenos diferenciais competitivos.

Segundo Kotler, “na medida em que a empresa pode e diferenciar e se posicionar como fornecedora de valor superior, ela ganha vantagem competitiva.”

Para quem não conhece,  o Google disponibiliza sua própria plataforma para fazer a busca  interna “do seu site” – Custom Search.

Não me lembro de ter visto nenhum e-commerce usando este sistema.

#Fica a dica.

Abraços 🙂

@_RenataReis_

Dia das Crianças no E-commerce


Categoria BrinquedoAproveitando a chegada do Dia das Crianças, fiz uma busca com a palavra categoria infantil e surpreendentemente não apareceu nenhum e-commerce na 1ª página da busca orgânica. Atualizei a página algumas vezes e apareceram algumas lojas virtuais randomizando nos links patrocinados.

Um pouco estranho não aparecer resultados na 1ª página da busca orgânica, e cito a 1ª página, pois sabemos que é ela que faz a diferença, mas também já é de conhecimento que não há como garantir/manter o posicionamento na 1ª página do Google, e não me aprofundarei em SEO, pois está não é minha área de atuação.

Porém, a palavra “categoria” faz parte do negócio e eu como consumidora fiz a busca com a palavra que me veio à mente.

Categoria ModaCategoria Brinquedo + Categoria Moda Infantil = Categoria Infantil

É nítido que as categorias com produtos infantis não têm grande visibilidade no e-commerce brasileiro e, até certo ponto, compreensível, pois durante os anos de atuação no setor, presenciei resultados pífios nesse segmento.

Vende menos porque não divulga, ou não divulga porque vende menos?

Entendo que a busca orgânica poderia atuar a favor da categoria, e links patrocinados também – não só em datas sazonais – auxiliando a impulsionar a visibilidade e cliques no segmento.

Segundo informações do Google Varejo, a categoria Brinquedos foi uma das subcategorias do varejo menos exploradas no Google Brasil, registrando o 2º menor CPC ( R$ 0,16 )  e apenas 4,6 milhões de visualizações no período observado no segundo trimestre de 2010. Claro que esses números mudam na data sazonal.

Qual é o esforço para vender sorvete no inverno?

A previsão da e-bit é que neste  ano o Dia das Crianças movimente cerca de R$ 585 milhões no e-commerce. Em 2009 a data ficou em 2º lugar, ultrapassando o Dia das Mães, com faturamento de R$ 450 milhões.

Comportamento Infantil

Recentemente foi divulgada a 1ª Pesquisa sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação por Crianças no Brasil — TIC Crianças 2009. A pesquisa revelou que o celular é a tecnologia mais difundida entre as crianças de 5 a 9 anos. Veja alguns dados:

M-commerce

  • 64% das crianças ouvidas já usaram um aparelho celular
  • 14% possuem um aparelho
  • 57% já utilizaram um computador
  • 28% já usaram a Internet

Então, fica a pergunta: a categoria infantil permacerá com baixos resultados fora do período sazonal? Qual vai ser a participação das crianças no m-Commerce?

Aproveito e relaciono o vídeo mais fofo da semana! Feliz Dia das Crianças 🙂

@_RenataReis_