Mappin lança seu comércio eletrônico


Chegou a hora Mappin no Ecommerce

O Mappin retornará ao varejo com o lançamento da sua loja online no próximo dia 10 de junho. O famoso jingle será resgatado nas estratégias do comércio eletrônico.

Quem não é da época não vai se lembrar dos criativos jingles que eram a atração dos intervalos comerciais na tv. Eu particularmente presenciei este momento: cantarolava o jingle ainda criança, e acompanhava minha mãe em suas visitas a uma loja Mappin que ficava no centro de São Paulo.

Inaugurada em 1913,  a marca foi uma das maiores lojas de departamentos do país e em 1999 teve decretada sua falência. Em 2009 foi adquirida em um leilão comercial por 5 milhões de reais pelos sócios das Lojas Marabraz.

O projeto online teve um gasto inicial de mais de 4 milhões de reais em tecnologia, possui uma lista de 15 mil itens para venda e até o final deste ano a meta é atuar no marketplace com mais de 500 mil itens.  A expectativa para inciar o ecommerce é grande… “Mappin, chegou a hora, Mappin, é a liquidação.”

 

Pesquisa: Aumento de Fraudes no E-commerce Brasileiro


Em 2018, 72% dos negócios online brasileiros admitiram aumento de prejuízos devido ao avanço de fraudes digitais em suas operações. É o que mostra o Global Identity and Fraud Report, pesquisa realizada pela Experian, que entrevistou mais de 1.000 companhias em todo o mundo. O Brasil aparece como o terceiro maior entre os apurados – atrás somente dos Estados Unidos e do Reino Unido. O Brasil ficou 17 pontos percentuais à frente da média global (55%) do levantamento realizado em 21 países que constataram aumento de perdas relacionadas a crimes virtuais no período de janeiro e dezembro do ano passado.

Em 2018, 72% dos negócios online brasileiros admitiram aumento de prejuízos devido ao avanço de fraudes digitais

Singapura, Tailândia e Vietnã.

* EMEA: África do Sul, Alemanha, Áustria, Espanha, França e Holanda/Países Baixos.

“A interação à distância é uma realidade para os negócios digitais, o que faz com que as empresas tenham que se adaptar para oferecer um ambiente seguro, capaz de eliminar riscos de fraudes e usar as informações pessoais de clientes de forma transparente e inteligente para entregar experiências online relevantes”, afirma Eduardo Castro, diretor de Decision Analytics da Serasa Experian.

Mais investimentos em segurança e transparência contra ameaças virtuais

As empresas ouvidas pela pesquisa entendem a importância de destinar mais tempo e recursos para neutralizar fraquezas que expõem seus negócios às ameaças virtuais. E reconhecem a extensão dos danos financeiros e de reputação causados por ataques virtuais:

– 69% das companhias em todo mundo e 84% das empresas entrevistadas no Brasil têm uma preocupação crescente com fraudes eletrônicas;

– Mais de 75% das empresas participantes do levantamento disseram que estão tomando medidas para cumprir com legislações e requisitos regulamentares de proteção de dados pessoais de seus clientes;

– 50% dos negócios online informaram crescimento nos orçamentos previstos para gestão de controle de fraudes;

As empresas entrevistadas também sinalizaram o crescimento dos investimentos com foco em transparência sobre o uso e a proteção de informações pessoais de clientes. A intenção das organizações é de ampliar essa destinação de recursos no decorrer do primeiro semestre de 2019:

– 51% das empresas entrevistadas globalmente e 62% das companhias brasileirasinvestiram mais em ações voltadas à transparência nos últimos seis meses do ano passado;

– 56% das companhias ouvidas pela pesquisa e 68% dos participantes do Brasil disseram projetar, para os primeiros seis meses deste ano, investimentos maiores destinados à transparência.

Entre as iniciativas inspiradas pela maior transparência – com o propósito de ampliar a confiança do cliente e gerar mais interações e negócios online – três atividades predominaram nos exemplos mencionados por empresários: educar consumidores sobre o uso de suas informações pessoais; adotar termos de uso mais concisos para facilitar a comunicação; e auxiliar os clientes a terem um controle efetivo de seus dados.

“O levantamento deste ano da Experian mostra como as empresas já reconhecem a segurança, a transparência e a conveniência como as bases para a consolidação de um relacionamento digital mais confiável, dinâmico e assertivo com seus clientes. Muitas organizações demonstram ir além do cumprimento de requisitos legais e regulatórios voltados à gestão de dados pessoais, para viabilizar uma inteligência de negócio cada vez mais orientada por expectativas e padrões de interação online dos consumidores”, complementa Eduardo Castro.

Fonte: Serasa