Luxe – A Loja Virtual da Avon


Luxe - A Loja Virtual da Avon

Luxe – A Loja Virtual da Avon

Não é novidade o dilema que empresas de beleza como O Boticário, Natura e Avon vivem entre o e-commerce e o modelo de negócios que se dividem entre franqueados, representantes e consultores, mas este não é o tema deste post.

Das empresas acima, a única que não vendia online era a Avon, que até então ilustrava em seu site apenas um catálogo virtual para suas consumidoras.

Porém, nos últimos dias a Avon deu seus primeiros passos e iniciou suas operações no comércio eletrônico, e a estratégia usada para o lançamento da loja virtual foi a escolha da linha de maquiagem Premium “Luxe“.

> Sobre o site

O site institucional apresenta o lançamento da linha “Luxe”, mas não tem link direto para a  loja virtual.

O acesso para a loja  ficou dentro do menu “Comprar” dividindo espaço com  informações de revendedores e folheto virtual.

O site é simples, clean e com uma comunicação adequada sobressaltando produto e preço.

As condições de compra, por enquanto estão um pouco fora do mercado com parcelamento em até 3x, parcela mínima de  39,00 e um frete grátis competitivo a partir de 99,00.

O site foi desenvolvido pela Vtex e assume o endereço Avonluxe.com.br

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No último semestre, a Categoria Cosméticos e Perfumaria registrou um crescimento de 33%, o que promete novidades para os próximos anos… Vamos aguardar!

@_RenataReis_ 

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Modelo AIDA no e-commerce


Quando um cliente é impactado por uma divulgação de loja virtual e decide clicar nela, acontecem 4 comportamentos “básicos” por parte do e-consumidor em relação a uma compra online.

Modelo AIDA no e-commerce

O Modelo AIDA no e-commerce (na minha interpretação), poderia ser classificado desta maneira:

  1. A Busca (Atenção)

Pulando a fase em que o consumidor já foi fisgado pela propaganda “um banner, link…” (que seria uma outra história), vamos prosseguir com o usuário dentro do site. Neste momento, podemos relacionar a taxa de Bounce Rate (rejeição) do site. Então, o cliente potencial já está na sua loja virtual e procura por algo que traga uma identificação com o produto/serviço oferecido. O que você tem de bom pra mim? Você tem a marca que eu uso? Tem o meu estilo? Tem promoções? As tendências do mercado?

O cliente responde a estas perguntas em segundos, num simples olhar: no layout da loja, na comunicação dos banners, na seleção de produtos, nas categorias, filtros disponíveis, ou sendo mais preciso indo para a busca= “Digite aqui o que você procura“.

O campo de busca deve ser visível no site (não é novidade) e  com sua principal função bem resolvida; trazer resultado relevante para o usuário. Uma busca com resultados confusos, desordenados ou com erros pode dar fim a este contato que mal começou. Sim, uma página sem resultado também deve trazer uma página inteligente e otimizada.

Depois de explorar a loja usando os filtros, navegando nas categorias e conhecendo as opções de produtos e/ou serviços, o cliente encontra um elo/link que vai de encontro com suas necessidades/preferências.

  1. A Escolha (Interesse)

Neste momento o produto (vamos exemplificar com produto) ganha importância e deve trazer consigo toda a relevância para o consumidor. Fotos nítidas, com bons ângulos, efeito ZOOM e posicionamentos que transmitam a sensação mais próxima da realidade.  

As informações técnicas dos produtos, uma dica de como usar, ou até mesmo um LOOK (no caso de Moda)  incluindo a peça e outros acessórios auxiliam na persuasão de compra, além da  opinião e avaliação de outros clientes que já compraram o item. Os campos de escolha da cor e tamanho devem ser claros e com carregamento ágil para que o cliente não perca o foco neste momento.

A página do produto é a menina dos olhos, pois nela deve-se concentrar todas as respostas que um vendedor físico daria para um cliente com dúvida e/ou num momento de persuasão.

  1. A Decisão (Desejo)

Até aqui o consumidor fez as avaliações de acordo com seu momento de compra, necessidade do produto, benefícios oferecidos, descontos atraentes, prazos de entrega, condições de frete e até de status pessoal.

Então, finalmente encontra motivos que despertam o desejo pelo produto. Pronto! Metade do processo foi concluído e a outra parte fica para depois do botão comprar, onde há o “abandono de carrinho de compras“.

  1. A Compra (Ação)

Nesta fase, o cliente passa pela questão emocional ou racional de compra, e as etapas devem  ser rápidos para não causar a dispersão.

A tela de novo cadastro ou de login devem ser simples e lógicas.  Um cadastro muito extenso pode despertar o desinteresse do cliente que ainda tenha o mínimo de dúvida  da compra. A página de login deve sempre disponibilizar a opção de envio de senha, pois muitos clientes não se lembram de suas senhas, e o envio da notificação de senha deve ser imediato, embora alguns sites enviem estas notificações para o Spam.

Passando por este momento, alguns e-commerces tornam confusa a tela de escolha de endereço, onde focam mais a “nova opção de entrega” do que a opção de endereço atual “confirmar endereço”.

As opções de pagamento devem ser “elásticas”, pois não dá pra “adivinhar” se o cliente vai usar um Sorocred ou PayPal, e muito menos calcular quantas vendas você perde na falta de um deles.

Os e-consumidores esperam que os sites estejam disponíveis 24 horas por dia e 7 dias por semana. A lentidão no carregamento desta página ou de qualquer outra página de um site representam perdas (para a Amazon 1 segundo a mais no carregamento de uma página custa 10% das suas vendas), e todo o trabalho se reflete na conversão, pois o cliente quer agilidade…  ou vai em busca de seu concorrente. E quantos não vão???

Ps:. Atenção, Interesse, Desejo e Ação são processos do modelo AIDA que traduzem o comportamento de compra do ser humano, e foi desenvolvido por ST. Elmo Lewis em 1898.

Renata Reis

Chegando no Carrinho de Compras


O objetivo de um e-commerce é vender, e isso não é novidade. E,  se focarmos em 3 passos básicos, temos: 1) buscar, 2) escolher e 3) comprar. Logo, podemos afirmar, que um dos  grandes vilões do comércio eletrônico, é o abandono de carrinho de compras.

Por que o cliente chega até o último passo e desiste? Este é um dos assuntos mais abordados em artigos de e-commerce e muito preocupante para as gestões de comércio eletrônico.

Uma desistência de compra pode estar relacionada a diferentes motivos, e são  individuais de e-commerce para e-commerce. A complexidade do processo de navegação pode levar o cliente  a desistir da compra a qualquer momento.

Entre a escolha do produto até o botão Confirmar,  o cliente vai pontuando a loja virtual em quesitos como: erro no resultado de busca, falta de um ângulo nas imagens, informações de preechimento do cadastro, valor do frete, prazo de entrega, preço do produto,  falta de opções de pagamento, lentidão no carregamento das páginas, informações de produto, falta de clareza na comunicação, entre outros.

Enfim, são inúmeras pontuações no processo de compra que ainda concorrem com os pontos individuais do cliente, como:

  • segurança da loja virtual;
  • dúvidas no processo;
  • necessidade de compra;
  • dívida mensal;
  • imagem da empresa;
  • entre outros.

Para entender o processo do abandono de carrinho de compras, que está relacionado a usabilidade do site, o Funil do Analytics faz um mapeamento deste caminho que deve ser monitorado. E, para tentar minimizar a perda pelo comportamento individual de cada cliente, é preciso evidenciar o que a loja virtual tem de positivo, e principalmente trazer a sensação de urgência com os incentivos e benefícios.

Não quero ser repetitiva no assunto, então segue um vídeo que resume muito bem tudo que já foi dito sobre o abandono de carrinho de compras no e-commerce.

Vale a pena assistir, analisar e principalmente, MUDAR!

http://videolog.tv/784666

Se o cliente chegou até o carrinho de compras, não deixe ele te dar Tchau!

by Renata Reis