Dia das Crianças – Realidade Aumentada


Já que está chegando o Dia das Crianças, segue um bom exemplo de Realidade Aumentada feita pela Lego.

Quando uma caixa de um brinquedo é direcionada para a câmera, ela demonstra o brinquedo já montado na tela… So cool!

#BonsExemplos

 

Ps.: a aplicação é antiga, porém novidade se considerarmos o baixo uso de RA no Brasil.

@_RenataReis_

11 Maravilhas do Submarino


11 Maravilhas do Submarino.com.brO Submarino nasceu em 1999 e até hoje configura na lista dos grandes players do comércio eletrônico brasileiro.

Em 2006 as duas principais lojas virtuais do país – Americanas.com e Submarino – anunciaram a fusão de suas operações dando origem a Companhia Global de Varejo, a poderosa B2W que também detêm o Shoptime.com

Os anos passaram, e hoje o e-commerce é o negócio da vez. Muitas PMEs (pequenas e médias empresas) já estão inseridas no comércio eletrônico enfrentando os desafios e aprendendo a administrar este “novo” negócio.

Porém, mais de 60% das lojas virtuais que são abertas no Brasil fecham com menos de 1 ano de existência.

Mas o Submarino é um gigante e não é só no nome.  Sua capacidade de inovação assemelha-se a veterana Amazon. Seguindo as tendências e boas práticas do comércio eletrônico, seguem 11 práticas “Hiper Mega Blaster” de um verdadeiro e-commerce.

  1. Comprar com 1-Click
  2. Arraste e Compre
  3. Página Personalizada
  4. Lojas Personalizadas
  5. Personalização de Menu
  6. Minha Navegação
  7. Realidade Aumentada
  8. Aplicativo iPhone
  9. BLOCKBUSTER Online
  10. Entrega Atômica
  11. Tour Submarino

Até a próxima 🙂

@_RenataReis_

E-commerce: Categoria Moda


A categoria moda que engloba acessórios, calçados e vestuários é uma das categorias que vem apontando forte crescimento no comércio eletrônico brasileiro. Segundo a e-bit,  o segmento de vestuário tem conquistado a confiança dos consumidores que até pouco tempo não se sentiam confortáveis em adquirir roupas que não pudessem tocar e experimentar.

De acordo com a pesquisa feita no Brasil pela byMK (rede social de moda),  comprar roupa pela internet ainda gera desconfiança no consumidor. O principal fator é a dúvida sobre o caimento da peça (25%). Eis aqui o x da questão.

Provavelmente, o crescimento venha da parcela de consumidores inovadores, conhecidos por gostarem de experimentar o novo, que não têm problema com medidas e arriscam suas compras. O que ainda é pouco diante dos 17,6 milhões de e-consumidores ativos hoje.

Realidade aumentada

Visto que a primícia do negócio (também dificuldade) é o “experimentar”, ainda em 2010 são poucas as lojas virtuais que disponibilizam em seus sites recursos que supram esta necessidade. Um grande dificultador para o crescimento da venda de roupas pela internet é a famosa e tão esperada padronização dos tamanhos brasileiros.

De acordo com  o Comitê Brasileiro de Têxteis e do Vestuário da ABNT, a previsão é de que as normas fiquem prontas até o  final de 2010.  A medida por numerações como: 38, 40, 42, etc., será extinta dando lugar para as medidas do corpo em centímetros: cintura, tórax, quadril e busto.

Mas aí vem a pergunta? Quando tudo estará em ordem, unificado? Acredito termos aí mais 1 ano de espera. Quem perdeu até agora foram as lojas que não se adaptaram ou criaram formas para suprir esta necessidade de seus consumidores, e esperam “tranquilamente” a padronização do mercado.

Sua MedidaMas existem e-commerces inovadores que buscam melhorar cada vez mais a experiência de seus consumidores. Um bom exemplo desta prática é a loja Marisa, que em março/10 estreiou sua loja virtual oferecendo à suas clientes o selo “Sua Medida”, um sistema que auxilia na escolha dos tamanhos de acordo com o cadastro efetuado.

Fora o problema de padronização que envolve o setor, existem mais alguns detalhes “básicos” que ainda não são praticados pela maioria, como: a falta de vídeos demonstrando, por exemplo, o caimento das peças e fotos com mais ângulos e visualização de detalhes. A estréia da loja Brave Menswear traz estes vídeos bem legais e uma padronização “in” de tamanhos.

Diante desta carência, que é uma preocupação global, surgiu uma iniciativa tecnológica que inovou o segmento e que é pouco utilizada aqui no Brasil, a realidade aumentada. Ao imprimir um código da loja e exibi-lo em frente à webcam, o consumidor pode movimentar os modelos, trocar cores e “experimentar” as peças antes de fechar a compra.

Provador VirtualUm excelente exemplo de loja de moda é a Posthaus que possui o “Provador Virtual” para as roupas da marca Quintess. Para experimentar a peça virtualmente, basta posicionar-se na webcam, tirar uma foto e ajustar a peça no corpo.

Outra questão, não menos importante é a “tal” descrição dos produtos, que continuam a ser exibidas como se fossem códigos, e realmente são, mas códigos internos da empresa, e não dos consumidores.  E também a falta de informações na ficha técnica dos produtos, como informações de composição que supre a ausência do toque.

Segundo Chris Anderson, “As lojas que oferecem aos consumidores maior confiança de que nelas acharão tudo que procuram tendem a ser mais bem-sucedidas“.

Bons exemplos!


Abraços 🙂

@_RenataReis_